Al Isra 17-29
Não amarre a sua mão (como a de um avarento) ao seu pescoço, nem a estenda ao máximo, para que você se tome culpado e destituído.
Hamid Moghadam, 2024
E não deixes tua mão amarrada ao teu pescoço e nem a estendas totalmente, pois tornar-te-ias censurado, falido.
Aminuddin Muhammad, 2023
E não deixes tua mão atada ao pescoço, ¹ e não a estendas, com exagero, pois, tomar-te-ias censurado, afligido.
(Dr. Helmi Nasr, 2015)
¹ Metáfora alusiva ao avaro, que tolhe os movimentos da mão, para, assim, não oferecer o que quer que seja a ninguém
Não cerres a tua mão excessivamente, ¹ nem a abras completamente, porque te verás censurado, arruinado.
(Prof. Samir El Hayek, 1974)
¹ Comparar com a frase quanto à avareza, no versículo 67 da 5ª Surata (Alcorão 5-67). Não devemos ser tão liberais a ponto de nos tornarmos carentes, e incorrermos, assim, na censura dos homens de bom-senso, nem tampouco é plausível que neguemos os nossos recursos às devidas necessidades daqueles que têm direito à nossa ajuda. Até os estranhos têm tal direito, como vimos no versículo 26 desta Surata (Alcorão 17-28)), acima. Portanto, devemos manter uma justa medida entre a nossa capacidade e a necessidade dos outros.
Não leves a tua mão fechada ao pescoço e não a abras também inteiramente, com receio de te censurarem ou de te limitarem os meios.
José Pedro Machado, 1979
Acabarias censurado e desapossado.
(Mansour Challita, 1970)
E não conservas a tua mão com uzura (o torna-lo próprio culpável) nem a estendas para diante com toda a franqueza, não ser que tu te sentes em culpa e inteiro pesar.
(Iqbal Najam, 1988)
وَلَا تَجْعَلْ يَدَكَ مَغْلُولَةً اِلٰى عُنُقِكَ وَلَا تَبْسُطْهَا كُلَّ الْبَسْطِ فَتَقْعُدَ مَلُومًا مَحْسُورًا
Al Isra 17/29
Alcorão 17-29
