Al Baqarah 2/234

Aqueles de vós que morrerem e deixarem mulheres para trás, que aguardem quatro meses e dez dias. Quando atingirem seu prazo de espera, não haverá pecado sobre vós, pelo que fizerem por si mesmas, convenientemente com os termos conhecidos[¹]. Deus está ciente de tudo que fazeis. 

وَالَّذ۪ينَ يُتَوَفَّوْنَ مِنْكُمْ وَيَذَرُونَ اَزْوَاجًا يَتَرَبَّصْنَ بِاَنْفُسِهِنَّ اَرْبَعَةَ اَشْهُرٍ وَعَشْرًاۚ فَاِذَا بَلَغْنَ اَجَلَهُنَّ فَلَا جُنَاحَ عَلَيْكُمْ ف۪يمَا فَعَلْنَ ف۪ٓي اَنْفُسِهِنَّ بِالْمَعْرُوفِۜ وَاللّٰهُ بِمَا تَعْمَلُونَ خَب۪يرٌ

Al Baqarah 2/234
[¹] Uma viúva pode se casar com quem quiser quando seu período de espera terminar. Seu casamento é supervisionado apenas sob o aspecto da conformidade com os termos conhecidos.

E os que, dentre vós, morrerem e deixarem mulheres, essas aguardem quatro meses e dez dias[¹]. Então, quando atingirem seu prazo de espera, não haverá culpa sobre vós, pelo que fizerem com si mesmas[²] convenientemente. E Allah, do que fazeis, é Conhecedor.

 (Dr. Helmi Nasr, 2015)

[¹] Trata-se de prazo de espera da mulher viuva, mencionado na sura II 231 n6.
[²] Os homens, sob cujos cuidados se encontram as viúvas, não estarão em pecado, se elas recor rerem a meios de embelezamento, para atrair novo casamento.

Quanto àqueles, dentre vós, que falecerem e deixarem viúvas, estas deverão aguardar quatro meses e dez dias[¹]. Ao cumprirem o período prefixado, não sereis responsáveis por tudo quanto fizerem honestamente das suas pessoas, porque Deus está bem inteirado de tudo quanto fazeis.

 (Prof. Samir El Hayek, 1974)

[¹] A espera para a viúva (quatro meses e dez dias) deve ser mais longa que a do Iddat para a divorciada (três menstruações; ver versículo 288 desta surata). No último caso, o único escopo é certificar-se de que não há concepção proveniente do casamento dissolvido. Isto torna-se claro no versículo 49 da 33ª Surata, onde está especificado que não há Iddat para as divorciadas virgens. No primeiro caso há, em adição, a consideração do luto e do respeito à memória do marido falecido. Em ambos os caos, se houver provas de concepção, um novo casamento, para a mulher, estará certamente fora de cogitação até ao nascimento da criança, desde que se observe, então, um intervalo. Enquanto isso, o seu sustento, numa escala razoável, ficará a cargo do último marido ou dos familiares deste.

As viúvas devem respeitar na abstinência um prazo de quatro meses e dez noites após a morte do marido. Esgotado o prazo, não sereis censurados pelo modo como elas dispõem de si mesmas conforme os bons costumes. Deus observa o que fazeis.

(Mansour Challita, 1970)


E aqueles de vós que morrerem e cá deixem esposas, estas esperarão no que a si próprias respeita durante quatro meses e dez dias. E quando elas tenham atingido o fim do seu período, nenhum pecado haverá para vós por qualquer coisa que elas façam no que a elas próprias respeita de acordo com o que é justo; e Allah dá-Se conta do que vós fazeis.

 (Iqbal Najam, 1988)


2- Al Baqarah

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