Alcorão 16-75

An Nahl 16-75


Allah apresenta a parábola (de dois homens:um) um escravo sob o domínio de outro; ele não tem poder de qualquer espécie; e (o outro) um homem a quem concedemos favores de Nós mesmos, e ele os despende (livremente), privada e publicamente: são os dois iguais? (De modo algum;) Louvado seja Allah. Porem, a maioria deles não entende.

Hamid Moghadam, 2024


Deus apresenta um exemplo: um escravo subserviente, não tendo poder algum, e um a quem provemos uma bela provisão de Nossa parte, da qual ele gasta secreta e publicamente; porventura podem ser iguais? Todo louvor é para Deus! Porém, a maioria deles não sabe.

Aminuddin Muhammad, 2023


Allah propõe um exemplo: um escravo subalterno, que nada pode, e um homem a quem damos por sustento um belo sustento de Nossa parte, e, dele, despende, secreta e declaradamente. Igualar- se-ão? Louvor a Allah! Mas a maioria deles não sabe.

(Dr. Helmi Nasr, 2015)


Deus põe em comparação um escravo subserviente, que nada possui, com um livre, que temos agraciado prodigamente e que esbanja íntima e manifestamente. Poderão, acaso, equiparar-se? Louvado seja Deus! Porém, a maioria o ignora.

(Prof. Samir El Hayek, 1974)


Deus apresenta-vos, como objecto de comparação, um escravo no estado de servidão, que nada pode, e o homem [livre] a que atribuímos largos haveres para os gastar pública e secretamente. Os dois homens são iguais? Graças a Deus, mas a maior parte não o sabe. ¹

José Pedro Machado, 1979

¹ Um escravo no estado de servidão, em árabe: abdā(n) mamlukā(n). As comparações dos vv. 77-78 aplicam-se ao idólatra, ao infiel comparado ao crente, aos ídolos e à sua inutilidade para os homens. No caso deste v., o escravo é a falsa divindade incapaz de qualquer acção. O homem livre será Deus, benéfico para a Humanidade.

Deus citou em exemplo um escravo que nada possui e em nada mandar um homem livre a quem gratificamos com muitas riquezas, das quais faz liberalidades em segredo e em público. Podemos considerar os dois iguais? Não! Louvado seja Deus. Porém, a maioria dos homens não o sabem.

(Mansour Challita, 1970)


Allah apresenta para vós a parábola de um escravo que tem dono, não lendo qualquer poder sobre coisa alguma: e um homem livre a quem Nós havemos provido com uma justa provisão da Nossa própria pane, e ele dispende dela em segredo e às claras. São eles iguais? Louvado seja Allah. Mas a maior parte deles não sabem.

(Iqbal Najam, 1988)


ضَرَبَ اللّٰهُ مَثَلًا عَبْدًا مَمْلُوكًا لَا يَقْدِرُ عَلٰى شَيْءٍ وَمَنْ رَزَقْنَاهُ مِنَّا رِزْقًا حَسَنًا فَهُوَ يُنْفِقُ مِنْهُ سِرًّا وَجَهْرًاۜ هَلْ يَسْتَوُ۫نَۜ اَلْحَمْدُ لِلّٰهِۜ بَلْ اَكْثَرُهُمْ لَا يَعْلَمُونَ

An Nahl 16/75

Alcorão 16-75