Revogação (Naskh) e Punição de Apedrejamento (Rajm)

Revogação (Naskh) e Punição de Apedrejamento (Rajm)

Naskh, em seu contexto literal, significa o ato de “trazer duas coisas lado a lado e transferir o texto de um para a outro”. Naskh também é “anular algo para ser substituído por outro.” Este é o caso onde um julgamento em um verso é aliviado por outro verso. Este primeiro verso é chamado de mansukh, e o posterior é o nasikh 1.

Assim, o ato de uma pessoa transferir um texto que escreveu para outro lugar é naskh. Tal pessoa remove parte desse texto, modifica outra e copia as palavras exatas da maior parte do texto. A segunda versão anula e substitui a primeira. O último livro de Deus é revelado de modo a substituir os precedentes. Deus não transferiu parte dos julgamentos dos livros anteriores para o Seu último Livro, substituiu parte deles por melhores ordens e literalmente transferiu a maioria deles como eles são. Deus, o Glorioso diz:

شَرَعَ لَكُمْ مِنَ الدِّينِ مَا وَصَّى بِهِ نُوحًا وَالَّذِي أَوْحَيْنَا إِلَيْكَ وَمَا وَصَّيْنَا بِهِ إِبْرَاهِيمَ وَمُوسَى وَعِيسَى أَنْ أَقِيمُوا الدِّينَ وَلَا تَتَفَرَّقُوا فِيهِ.

“Prescreveu-vos a mesma religião que havia instituído para Noé, a qual te revelamos, a qual havíamos recomendado a Abraão, a Moisés e a Jesus, (dizendo-lhes):  Observai a religião e não discrepeis acerca disso.” (Ax Xura 42:13)

Há novos versos no Alcorão. Esses aliviaram os julgamentos que existiam nas escrituras anteriores. Deus, o Glorioso diz:

الَّذِينَ يَتَّبِعُونَ الرَّسُولَ النَّبِيَّ الأُمِّيَّ الَّذِي يَجِدُونَهُ مَكْتُوبًا عِندَهُمْ فِي التَّوْرَاةِ وَالإِنْجِيلِ يَأْمُرُهُم بِالْمَعْرُوفِ وَيَنْهَاهُمْ عَنِ الْمُنكَرِ وَيُحِلُّ لَهُمُ الطَّيِّبَاتِ وَيُحَرِّمُ عَلَيْهِمُ الْخَبَآئِثَ وَيَضَعُ عَنْهُمْ إِصْرَهُمْ وَالأَغْلاَلَ الَّتِي كَانَتْ عَلَيْهِمْ فَالَّذِينَ آمَنُواْ بِهِ وَعَزَّرُوهُ وَنَصَرُوهُ وَاتَّبَعُواْ النُّورَ الَّذِيَ أُنزِلَ مَعَهُ أُوْلَـئِكَ هُمُ الْمُفْلِحُونَ

“São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e seu Evangelho, o qual lhes recomenda o bem e lhes proíbe o ilícito, prescreve-lhes todo o bem e veda-lhes o imundo, alivia-os dos seus fardos e livra-os dos grilhões que os deprimem. Aqueles que nele creram, honraram-no, defenderam-no e seguiram a Luz que com ele foi enviada, são os bem-aventurados.“ (Al A’raf 7:157)

Existem versos que, embora estivessem presentes nos livros anteriores, foram escondidos das pessoas e desmembrados ao longo do tempo. Alguns deles foram citados no Alcorão e outros não. Esta é a razão pela qual alguns versículos não estão presentes no Antigo e no Novo Testamento, embora eles existam no Alcorão. Deus, o Glorioso diz:

يَا أَهْلَ الْكِتَابِ قَدْ جَاءَكُمْ رَسُولُنَا يُبَيِّنُ لَكُمْ كَثِيرًا مِمَّا كُنْتُمْ تُخْفُونَ مِنَ الْكِتَابِ وَيَعْفُو عَنْ كَثِيرٍ قَدْ جَاءَكُمْ مِنَ اللَّهِ نُورٌ وَكِتَابٌ مُبِينٌ.

Ó adeptos do Livro, 2 foi-vos apresentado o Nosso Mensageiro para mostrar-vos muito do que ocultáveis do Livro, e perdoar-vos em muito.  Já vos chegou de Allah uma Luz e um Livro esclarecedor.” (Al Ma’ida 5: 15)

Há adições feitas por pessoas às escrituras anteriores. Nós entendemos isso do seguinte versículo:

فَوَيْلٌ لِلَّذِينَ يَكْتُبُونَ الْكِتَابَ بِأَيْدِيهِمْ ثُمَّ يَقُولُونَ هَذَا مِنْ عِنْدِ اللَّهِ لِيَشْتَرُوا بِهِ ثَمَنًا قَلِيلًا فَوَيْلٌ لَهُمْ مِمَّا كَتَبَتْ أَيْدِيهِمْ وَوَيْلٌ لَهُمْ مِمَّا يَكْسِبُونَ.

“Ai daqueles que copiam o Livro (alterando-o) com as suas mãos, e então dizem: Isto emana de Allah, para negociá-lo a vil preço.  Ai deles, pelo que as suas mãos escreveram! E ai deles, pelo que lucraram!” 3 (Al Bácara 2:79)

Tais adições não são difíceis de distinguir, uma vez que distorcem a integridade. O Povo das Escrituras (Ahl al-Kitab) deve obedecer não a tais acréscimos, mas ao que Deus revelou a eles. Deus, o Glorioso diz:

إِنَّا أَنْزَلْنَا التَّوْرَاةَ فِيهَا هُدًى وَنُورٌ يَحْكُمُ بِهَا النَّبِيُّونَ الَّذِينَ أَسْلَمُوا لِلَّذِينَ هَادُوا وَالرَّبَّانِيُّونَ وَالْأَحْبَارُ بِمَا اسْتُحْفِظُوا مِنْ كِتَابِ اللَّهِ وَكَانُوا عَلَيْهِ شُهَدَاءَ فَلَا تَخْشَوُا النَّاسَ وَاخْشَوْنِ وَلَا تَشْتَرُوا بِآَيَاتِي ثَمَنًا قَلِيلًا وَمَنْ لَمْ يَحْكُمْ بِمَا أَنْزَلَ اللَّهُ فَأُولَئِكَ هُمُ الْكَافِرُونَ.

“Revelamos a Tora, que encerra Orientação e Luz, com a qual os profetas, submetidos a Allah, julgam os judeus, bem como os rabinos e os doutos, aos quais estavam recomendadas a observância e a custódia do Livro de Allah.  Não temais, pois, os homens, e temei a Mim, não negocieis as Minhas leis a preço ínfimo. Aqueles que não julgarem conforme o que Allah tem revelado serão incrédulos.” (Al Ma’ida 5:44)

وَلْيَحْكُمْ أَهْلُ الْإِنْجِيلِ بِمَا أَنْزَلَ اللَّهُ فِيهِ وَمَنْ لَمْ يَحْكُمْ بِمَا أَنْزَلَ اللَّهُ فَأُولَئِكَ هُمُ الْفَاسِقُونَ.

“Que os adeptos do Evangelho julguem segundo o que Allah nele revelou, porque aqueles que não julgarem conforme o que Allah revelou serão depravados.” (Al Ma’ida 5:47)

Deve-se referir ao Alcorão para detectar as adições feitas aos livros anteriores.  Porque, é a tarefa do Alcorão proteger as verdades desses livros.  Deus, o Glorioso diz:

وَأَنْزَلْنَا إِلَيْكَ الْكِتَابَ بِالْحَقِّ مُصَدِّقًا لِمَا بَيْنَ يَدَيْهِ مِنَ الْكِتَابِ وَمُهَيْمِنًا عَلَيْهِ فَاحْكُمْ بَيْنَهُمْ بِمَا أَنْزَلَ اللَّهُ وَلَا تَتَّبِعْ أَهْوَاءَهُمْ عَمَّا جَاءَكَ مِنَ الْحَقِّ لِكُلٍّ جَعَلْنَا مِنْكُمْ شِرْعَةً وَمِنْهَاجًا وَلَوْ شَاءَ اللَّهُ لَجَعَلَكُمْ أُمَّةً وَاحِدَةً وَلَكِنْ لِيَبْلُوَكُمْ فِي مَا آَتَاكُمْ فَاسْتَبِقُوا الْخَيْرَاتِ إِلَى اللَّهِ مَرْجِعُكُمْ جَمِيعًا فَيُنَبِّئُكُمْ بِمَا كُنْتُمْ فِيهِ تَخْتَلِفُونَ.

“Em verdade, revelamos-te o Livro corroborante e preservador dos anteriores. 4 Julga-os, pois, conforme o que Allah revelou e não lhes sigas os caprichos, desviando-te da verdade que te chegou. A cada um de vós temos ditado uma lei e uma norma; se Allah quisesse, teria feito de vós uma só nação; porém, fez-vos como sois, para testar-vos quanto àquilo que vos concedeu. Emulai-vos, pois, na benevolência, porque todos vós retornareis a Allah, o Qual vos inteirará das vossas divergências.” (Al Ma’ida 5:48)

Estes versos decrescem que o Alcorão é o mais recente e o último das escrituras enviadas por Deus, substituindo as anteriores.  Agora é para ser obedecido.  Deus, o Glorioso diz:

الَّذِينَ يَتَّبِعُونَ الرَّسُولَ النَّبِيَّ الْأُمِّيَّ الَّذِي يَجِدُونَهُ مَكْتُوبًا عِنْدَهُمْ فِي التَّوْرَاةِ وَالْإِنْجِيلِ يَأْمُرُهُمْ بِالْمَعْرُوفِ وَيَنْهَاهُمْ عَنِ الْمُنْكَرِ وَيُحِلُّ لَهُمُ الطَّيِّبَاتِ وَيُحَرِّمُ عَلَيْهِمُ الْخَبَائِثَ وَيَضَعُ عَنْهُمْ إِصْرَهُمْ وَالْأَغْلَالَ الَّتِي كَانَتْ عَلَيْهِمْ فَالَّذِينَ آَمَنُوا بِهِ وَعَزَّرُوهُ وَنَصَرُوهُ وَاتَّبَعُوا النُّورَ الَّذِي أُنْزِلَ مَعَهُ أُولَئِكَ هُمُ الْمُفْلِحُونَ.

“São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e seu Evangelho, o qual lhes recomenda o bem e lhes proíbe o ilícito, prescreve-lhes todo o bem e veda-lhes o imundo, alivia-os dos seus fardos e livra-os dos grilhões que os deprimem. Aqueles que nele creram, honraram-no, defenderam-no e seguiram a Luz que com ele foi enviada, são os bem-aventurados.“  (Al A’raf 7:157)

Houve debates sem sentido sobre se a sunna, atos e palavras do Profeta (saw), podem substituir os versos.  A sunna é subordinada ao Alcorão.  O subordinado não pode ser julgado separadamente do princípio 5. Deus, o Glorioso diz:

اتَّبِعْ مَا أُوحِيَ إِلَيْكَ مِنْ رَبِّكَ لَا إِلَهَ إِلَّا هُوَ وَأَعْرِضْ عَنِ الْمُشْرِكِينَ.

“Segue, pois, o que te foi inspirado por teu Senhor; não há divindade além d’Ele; e distancia-te dos idólatras.” (Al An’am 6:106)

وَإِذَا تُتْلَى عَلَيْهِمْ آَيَاتُنَا بَيِّنَاتٍ قَالَ الَّذِينَ لَا يَرْجُونَ لِقَاءَنَا ائْتِ بِقُرْآَنٍ غَيْرِ هَذَا أَوْ بَدِّلْهُ قُلْ مَا يَكُونُ لِي أَنْ أُبَدِّلَهُ مِنْ تِلْقَاءِ نَفْسِي إِنْ أَتَّبِعُ إِلَّا مَا يُوحَى إِلَيَّ إِنِّي أَخَافُ إِنْ عَصَيْتُ رَبِّي عَذَابَ يَوْمٍ عَظِيمٍ.

“Mas, quando lhes são recitados os Nossos versículos esclarecedores, aqueles que não esperam o comparecimento perante Nós, dizem: Apresenta-nos outro Alcorão que não seja este, ou, por outra, modificado! Dize: Não me incumbe modificá-lo por minha própria vontade; atenho-me somente ao que me tem sido revelado, porque temo o castigo do Dia Terrível, se desobedeço ao meu Senhor.” (Yunis 10:15)

Isso sem dizer que, quando um versículo é anulado, as palavras e práticas do nosso Profeta também devem ser anulados.

Alega-se que o significado de um verso sobrevive, depois que seu texto é anulado.  Pois um verso só pode ser anulado por outro verso, o último verso anula também o significado do anterior, além de seu texto.

O versículo que descreve o processo de anulação é o seguinte:

مَا نَنْسَخْ مِنْ آَيَةٍ أَوْ نُنْسِهَا نَأْتِ بِخَيْرٍ مِنْهَا أَوْ مِثْلِهَا أَلَمْ تَعْلَمْ أَنَّ اللَّهَ عَلَى كُلِّ شَيْءٍ قَدِيرٌ

Não anulamos nenhum versículo, nem fazemos com que seja esquecido (por ti), sem substituí-lo por outro melhor ou semelhante. Ignoras, por acaso, que Allah é Onipotente?” (Al-Bácara 2:106)

Outro verso é o seguinte:

وَإِذَا بَدَّلْنَا آَيَةً مَكَانَ آَيَةٍ وَاللَّهُ أَعْلَمُ بِمَا يُنَزِّلُ قَالُوا إِنَّمَا أَنْتَ مُفْتَرٍ بَلْ أَكْثَرُهُمْ لَا يَعْلَمُونَ.

“E quando substituímos uma revelação por outra – e Allah bem sabe o que revela – dizem-te: Só tu és dele o forjador! Porém, a maioria deles é ignorante.” (An Nahl 16:101)

Esses versos prescrevem duas condições para a revogação:

  1. Deve ocorrer entre os versos de Deus.
  1. O verso de anulação deve ter um julgamento equivalente ou melhor (mais fácil) do que o contido no verso anterior.

Consequentemente, enquanto a maioria dos versículos do Alcorão envolve o equivalente dos julgamentos em versos de escrituras anteriores, alguns têm julgamentos aliviadores.  A punição por adultério é um exemplo de alívio.

A punição por adultério na Torá e no Evangelho é a pena de morte.  Nosso Profeta também havia julgado entre os judeus de acordo com este julgamento antes que os versos relevantes fossem enviados no Alcorão. O Alcorão primeiro transformou essa punição em prisão perpétua e depois em 100 chibatadas.  Agora vamos ver o curso da anulação sobre esta questão na Torá, no Evangelho e no Alcorão.

A- PUNIÇÃO POR ADULTÉRIO NA TORÁ

A seguir, é citado a capítulo 20 de Levitas:

Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera.

E o homem que se deitar com a mulher de seu pai descobriu a nudez de seu pai; ambos certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles.

Semelhantemente, quando um homem se deitar com a sua nora, ambos certamente morrerão; fizeram confusão; o seu sangue será sobre eles.

Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles.

E, quando um homem tomar a sua irmã, filha de seu pai, ou filha de sua mãe, e vir a nudez dela, e ela a sua, torpeza é; portanto serão extirpados aos olhos dos filhos do seu povo; descobriu a nudez de sua irmã, levará sobre si a sua iniquidade.

Também a nudez da irmã de tua mãe, ou da irmã de teu pai não descobrirás; porquanto descobriu a sua parenta, sobre si levarão a sua iniquidade.

Quando também um homem se deitar com a sua tia descobriu a nudez de seu tio; seu pecado sobre si levarão; sem filhos morrerão.

E quando um homem tomar a mulher de seu irmão, imundícia é; a nudez de seu irmão descobriu; sem filhos ficarão. (Levitas 10-21)

A seguir, é citado do capítulo 22 de Deuteronômio:

Quando um homem for achado deitado com mulher que tenha marido, então ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher, e a mulher; assim tirarás o mal de Israel.

Quando houver moça virgem, desposada, e um homem a achar na cidade, e se deitar com ela,

Então trareis ambos à porta daquela cidade, e os apedrejareis, até que morram; a moça, porquanto não gritou na cidade, e o homem, porquanto humilhou a mulher do seu próximo; assim tirarás o mal do meio de ti.

E se algum homem no campo achar uma moça desposada, e o homem a forçar, e se deitar com ela, então morrerá só o homem que se deitou com ela;

Porém à moça não farás nada. A moça não tem culpa de morte; porque, como o homem que se levanta contra o seu próximo, e lhe tira a vida, assim é este caso. (Deuteronômio 22-26)

A- PUNIÇÃO POR ADULTÉRIO NA EVANGELHO

O Capítulo João de Evangelho cita o seguinte evento:

 E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério;

E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando.

E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas.  Tu, pois, que dizes?

Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar.  Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.

E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.

E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.

Quando ouviram isto, redarguidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.

E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores?  Ninguém te condenou?

E ela disse: Ninguém, Senhor.  E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais. (João 3-11)

Jesus (a paz esteja com ele) não anulou o castigo de apedrejamento com estas palavras, mas apenas absteve-se de impor um castigo tão pesado, confiando apenas no testemunho de pessoas pecadoras.  O Evangelho de Mateus inclui os seguintes versos:

“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir.

Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.

Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.” (Mateus 5:17-19)

C- PUNIÇÃO DE APEDREJAMENTO NA PRÁTICA DO PROFETA MUHAMMAD (SAW)

Na frente de Muhammad alaihissalam um judeu chicotado e rosto enegrecido passou.  Ele os chamou (os judeus) e disse: “Este é o castigo que vocês encontram no seu Livro?” Eles disseram: “Sim” Ele chamou um dos estudiosos entre eles e disse: “Eu te pergunto em nome de Allah que enviou a Torá a Moisés se essa é a punição prescrita para o adultério que você encontra em seu livro”. Ele disse:” Se você não tivesse me perguntado em nome de Allah, eu não teria dado a você essa informação. Mas isso (crime) tornou-se bastante comum entre nossa classe aristocrática. Então, quando capturamos alguma pessoa rica nós o livramos, mas quando capturamos uma pessoa indefesa, impusemos a punição prescrita sobre ele”. Nós então dissemos: “Concordemos (sobre um castigo) que podemos infligir aos ricos e aos pobres”. Então, decidimos enegrecer o rosto e açoitar como um castigo substituto para o apedrejamento. Então Profeta de Allah (que a paz esteja com ele) disse:

“Ó Allah, eu sou o primeiro a reviver o Seu comando quando eles o fizeram morto.”

Ele então comandou e ele (o infrator) foi apedrejado até a morte. Allah enviou (este verso):

يُحَرِّفُونَ الْكَلِمَ مِنْ بَعْدِ مَوَاضِعِهِ يَقُولُونَ إِنْ أُوتِيتُمْ هَذَا فَخُذُوهُ وَإِنْ لَمْ تُؤْتَوْهُ فَاحْذَرُوا.

“…Entre os judeus… Deturpam as palavras, de acordo com a sua conveniência, dizem (a seus seguidores): Se vos julgarem segundo isto (as palavras deturpadas), aceitai-o; se não vos julgarem quanto a isso, precavei-vos! “ (Al Ma’ida 5:41)

Porque foi dito (pelos judeus): Vá para Muhammad; se ele mandar você enegrecer o rosto e ser chicotado (como punição por adultério), então aceite-o, mas ele dá o veredicto de apedrejamento, depois evite-o. Então Allah enviou esses versos para todos quem oculta (kafir):

وَمَنْ لَمْ يَحْكُمْ بِمَا أَنْزَلَ اللَّهُ فَأُولَئِكَ هُمُ الْكَافِرُونَ

“… Aqueles que não julgarem conforme o que Allah tem revelado serão incrédulos.”

وَمَنْ لَمْ يَحْكُمْ بِمَا أَنْزَلَ اللَّهُ فَأُولَئِكَ هُمُ الظَّالِمُونَ

“…Aqueles que não julgarem conforme o que Allah tem revelado serão injustos.”

وَمَنْ لَمْ يَحْكُمْ بِمَا أَنْزَلَ اللَّهُ فَأُولَئِكَ هُمُ الْفَاسِقُونَ.

“…aqueles que não julgarem conforme o que Allah revelou serão depravados.” (Al Ma’ida 5:44 – 47) 6

Um homem e uma mulher dos judeus cometeram adultério. Alguns deles disseram aos outros: “Vamos a esse Profeta. Pois ele foi enviado com uma lei fácil. Se ele der um julgamento mais leve que o apedrejamento, nós o aceitaremos e discutiremos sobre isso com Allah, dizendo: “É um julgamento de um dos seus profetas.” Então, eles vieram ao Profeta (saw) que estava sentado na mesquita entre seus companheiros. Eles disseram: “Abul Qasim 7, o que você acha de um homem e uma mulher que cometeram adultério? Ele não falou uma palavra para eles até que ele foi para a escola deles (Bayt al-midras, o lugar onde eles ensinaram Torá) 8. Ele ficou na porta e disse: “Eu te conjuro por Allah Quem revelou a Torá a Moisés, o que (castigo) você encontra na Torá para uma pessoa que comete adultério, se ele é casado?” Eles disseram: Ele deve ser enegrecido de cinza, levado em um burro entre o povo e açoitado. Um jovem entre eles ficou em silêncio. Quando o Profeta (p.b.u.h) enfaticamente o aconjurou, ele disse: “Por Allah, desde que você nos conjurou (nós o informamos) encontramos apedrejamento na Torá (é a punição por adultério). O Profeta (saws) disse: “Então, quando você diminuiu a severidade do comando de Allah?” Eles disseram: Um parente de um dos nossos reis havia cometido adultério, mas seu apedrejamento foi suspenso.  Depois um homem de uma família de pessoas comuns cometeu adultério. Ele deveria ter sido apedrejado. Mas o seu povo interveio e disse: “Nosso homem não deve ser apedrejado até que você traga seu homem e o apedreça.”  Então, eles fizeram um acordo sobre essa punição entre eles. O Profeta (saws) disse: “Então eu decido de acordo com o que a Torá diz. Ele então ordenou a respeito deles e eles foram apedrejados até a morte.

Az-zukhri disse:  Fomos informados de que este versículo foi revelado sobre eles:

إِنَّا أَنْزَلْنَا التَّوْرَاةَ فِيهَا هُدًى وَنُورٌ يَحْكُمُ بِهَا النَّبِيُّونَ.

“Revelamos a Tora, que encerra Orientação e Luz, com a qual os profetas, submetidos a Allah, julgam os judeus, bem como os rabinos e os doutos, aos quais estavam recomendadas a observância e a custódia do Livro de Allah.” (Al Máida 5:44) Nosso Profeta está entre eles. 9

Um dia um judeu e uma mulher judia foram levados ao Profeta (saws). Eles cometeram o crime juntos.  Então Profeta de Allah (que a paz esteja com ele) disse: O que você encontra em seu livro sobre esse assunto? “Nossos estudiosos estabeleceram a punição do enegrecimento com cinzas e colocar na costa no animal”.

Abdullah Bin Salam disse: “Oh, o Mensageiro de Allah, deixe-os trazer a Torá”. A Torá foi trazida.  Ele colocou uma das mãos no verso sobre apedrejamento.  Então ele leu os versos anteriores e posteriores.  Abdullah Bin Salam disse: “Levante sua mão!” O verso sobre o apedrejamento foi visto imediatamente sob sua mão.  O Mensageiro de Allah ordenou, e ambos foram apedrejados até a morte 10.

A decisão do Mensageiro de Allah pelos judeus poderia ter sido apenas a decisão de Allah.  Deus, o Glorioso diz:

وَأَنْزَلْنَا إِلَيْكَ الْكِتَابَ بِالْحَقِّ مُصَدِّقًا لِمَا بَيْنَ يَدَيْهِ مِنَ الْكِتَابِ وَمُهَيْمِنًا عَلَيْهِ فَاحْكُمْ بَيْنَهُمْ بِمَا أَنْزَلَ اللَّهُ وَلَا تَتَّبِعْ أَهْوَاءَهُمْ.

“Em verdade, revelamos-te o Livro corroborante e preservador dos anteriores. Julga-os, pois, conforme o que Allah revelou e não lhes sigas os caprichos, desviando-te da verdade que te chegou.” (Al Ma’ida 05:48)

É narrado que o seguinte verso também se relaciona com este caso de adultério 11:

وَكَيْفَ يُحَكِّمُونَكَ وَعِنْدَهُمُ التَّوْرَاةُ فِيهَا حُكْمُ اللَّهِ ثُمَّ يَتَوَلَّوْنَ مِنْ بَعْدِ ذَلِكَ وَمَا أُولَئِكَ بِالْمُؤْمِنِينَ.

“Por que recorrem a ti por juiz, quando têm a Tora que encerra o Juízo de Allah? E mesmo depois disso, eles logo viram as costas. Estes em nada são crentes.” (Al Ma’ida 5:43)

Este verso assegurou que o julgamento na Torá para o adultério é o julgamento de Allah.  A razão pela qual os judeus vieram ao nosso Profeta (saws) foi para evitar essa punição.  Por essa razão, eles disseram para aqueles que eles enviaram: “…Se vos julgarem segundo isto, aceitai-o; se não vos julgarem quanto a isso, precavei-vos!” (Al Ma’ida 5:41) 12

Desde que o julgamento na Torá é o julgamento de Allah, o Profeta não poderia ter prescrito qualquer outra penalidade.  Por um tempo, ele seguiu a Torá para os muçulmanos que cometeram adultério.  O seguinte hadice demonstra isso:

Abu Khurayra e Zaid Bin Khalid disseram: “Estávamos com o Profeta (saws). Um homem se levantou e disse: “Eu recomendo que você julgue apenas com o livro de Allah entre nós.” Seu entrevistado foi mais indulgente, ele disse: “Julgue entre nós com o Livro de Allah e me escute.” O Profeta (saws) disse: “Fale”, ele seguiu:

“Meu filho era trabalhador dele. Ele cometeu adultério com esposa dele.  Eu dei como dinheiro de resgate 100 ovelhas e um servo cativo.  Eu perguntei para aqueles que sabem, eles disseram que meu filho deveria apanhar 100 chicotes e um ano no exílio, e a mulher deve ser apedrejada até a morte.”

O Profeta (saws) disse: “Juro por quem sustenta a minha vida, julgarei com o Livro de Allah entre vós. 100 ovelhas e os cativos devem ser devolvidos.  Seu filho deve ser punido com 100 chicotes e um ano de exílio.  Unays, vá a esposa deste homem, apedrejem até a morte se ela admitir o crime.  Ele foi e apedrejou até a morte quando ela admitiu o crime 13.

É claro que o “Livro de Allah” mencionado aqui é Torá.  Porque nenhum versículo ainda tinha revelado no Alcorão sobre o adultério.  Nenhum dos versos revelados continha a punição do apedrejamento.

A punição do chicoteamento não está presente na cópia da Torá que temos em nossas mãos.  Essa punição pode estar na cópia dos judeus em Madina.

D- SUBSTITUIÇÃO DA PUNIÇÃO DE APEDREJAMENTO

Com os versos em Surata Nissá, o castigo de apedrejamento até a morte, rajm, foi convertido em prisão domiciliar para mulheres, e também foi decidido que o homem e a mulher devem ser oprimidos até que se corrijam.  Deus, o Glorioso diz:

وَاللَّاتِي يَأْتِينَ الْفَاحِشَةَ مِنْ نِسَائِكُمْ فَاسْتَشْهِدُوا عَلَيْهِنَّ أَرْبَعَةً مِنْكُمْ فَإِنْ شَهِدُوا فَأَمْسِكُوهُنَّ فِي الْبُيُوتِ حَتَّى يَتَوَفَّاهُنَّ الْمَوْتُ أَوْ يَجْعَلَ اللَّهُ لَهُنَّ سَبِيلًا. وَاللَّذَانِ يَأْتِيَانِهَا مِنْكُمْ فَآَذُوهُمَا فَإِنْ تَابَا وَأَصْلَحَا فَأَعْرِضُوا عَنْهُمَا إِنَّ اللَّهَ كَانَ تَوَّابًا رَحِيمًا.

“Quanto àquelas, dentre vossas mulheres, que tenham incorrido em adultério, apelai para quatro testemunhas, dentre os vossos e, se estas o confirmarem, confinai-as em suas casas, até que lhes chegue a morte ou que Allah lhes trace um novo destino.E àqueles, dentre vós, que cometerem adultério (homens e mulheres), puni-os; porém, caso se arrependam e se corrijam, deixai-os tranquilos, porque Allah é Remissório, Misericordiosíssimo.” (An Nissá 4:15-16)

A expressão “…que Allah lhes trace um novo destino…” demonstra que a punição será aliviada ainda mais.  O alívio ocorreu com o segundo verso da Surata an Nur.  Deus, o Glorioso diz:

الزَّانِيَةُ وَالزَّانِي فَاجْلِدُوا كُلَّ وَاحِدٍ مِنْهُمَا مِئَةَ جَلْدَةٍ وَلَا تَأْخُذْكُمْ بِهِمَا رَأْفَةٌ فِي دِينِ اللَّهِ إِنْ كُنْتُمْ تُؤْمِنُونَ بِاللَّهِ وَالْيَوْمِ الْآَخِرِ وَلْيَشْهَدْ عَذَابَهُمَا طَائِفَةٌ مِنَ الْمُؤْمِنِينَ.

“Quanto à adúltera e ao adúltero, castigai-os com cem chicotadas, cada um; que a vossa compaixão não vos demova de cumprirdes a lei de Allah, se realmente credes em Allah e no Dia do Juízo Final. Que uma parte dos crentes testemunhe o castigo.” (An Nur 24:2)

Este verso julgado por 100 chicotes como a punição do adultério, sem qualquer discriminação entre homem e mulher, ou solteiro e casado.  Esta punição é mais leve do que ser detida em casa até a morte, ou oprimida até que se melhore, como mencionado em Surata Nissá.

O Alcorão substituiu os julgamentos na Torá a respeito do adultério, que nosso Profeta (saws) havia aplicado por um período de tempo.  Alguns tinham a opinião de que, considerando as práticas anteriores de nosso Profeta (saws), Surata Nur regulava a punição a ser imposta ao solteiro e o Alcorão não continha juízo sobre os casados, que mereciam a punição do apedrejamento até a morte.  No entanto, fica claro a partir dos três versos que a punição a ser imposta aos casados também deve ser de 100 chicotes.

1- Calúnia de Adultério Para Esposa

وَالَّذِينَ يَرْمُونَ أَزْوَاجَهُمْ وَلَمْ يَكُنْ لَهُمْ شُهَدَاءُ إِلَّا أَنْفُسُهُمْ فَشَهَادَةُ أَحَدِهِمْ أَرْبَعُ شَهَادَاتٍ بِاللَّهِ إِنَّهُ لَمِنَ الصَّادِقِينَ. وَالْخَامِسَةُ أَنَّ لَعْنَةَ اللَّهِ عَلَيْهِ إِنْ كَانَ مِنَ الْكَاذِبِينَ. وَيَدْرَأُ عَنْهَا الْعَذَابَ أَنْ تَشْهَدَ أَرْبَعَ شَهَادَاتٍ بِاللَّهِ إِنَّهُ لَمِنَ الْكَاذِبِينَ. وَالْخَامِسَةَ أَنَّ غَضَبَ اللَّهِ عَلَيْهَا إِنْ كَانَ مِنَ الصَّادِقِينَ.

“Aqueles que difamarem as suas esposas, sem mais evidência que a deles próprios, que um deles jure quatro vezes por Allah que ele está dizendo a verdade. Na quinta vez pedirá que a maldição de Allah caia sobre ele, se for perjuro. E ela se libertará do castigo, jurando quatro vezes por Allah que ele é perjuro. E na quinta vez pedirá a incidência da abominação de Allah sobre si mesma, se ele estiver dizendo a verdade.” (An Nur 24: 6 -9)

A expressão “o castigo = al azab” no versículo 8 mostra a punição de 100 chicotes. O afixo ‘al’ é para uma referência específica, concedendo a palavra à qual está afixado o significado especificado anteriormente.  O tormento especificado no Alcorão a respeito do adultério é 100 chicotes.  Não é possível que essa palavra se refira a qualquer outra coisa no contexto da gramática árabe.  É certo que a mulher acima mencionada é casada.

2- O Verso Sobre Esposas do Profeta

يَا نِسَاءَ النَّبِيِّ مَنْ يَأْتِ مِنْكُنَّ بِفَاحِشَةٍ مُبَيِّنَةٍ يُضَاعَفْ لَهَا الْعَذَابُ ضِعْفَيْنِ وَكَانَ ذَلِكَ عَلَى اللَّهِ يَسِيرًا.

“Ó esposas do Profeta, se alguma de vós for culpada de uma má conduta evidente, ser-lhe-á duplicado o castigo, porque isso é fácil a Allah.” (Al Ahzab 33:30)

É aparente que as esposas do Profeta são casadas.  A punição a ser imposta a eles deve ser apropriada para duplicar.  A pena de morte não pode ser duplicada, mas 100 chicotadas podem ser.

A palavra “al azab” citada nestes versos significa apenas os 100 chicotes em Surata Nur. porque o afixo “al” aqui é para referência específica.

3- Adultério das Criadas Casadas (Jariyah)

فَإِنْ أَتَيْنَ بِفَاحِشَةٍ فَعَلَيْهِنَّ نِصْفُ مَا عَلَى الْمُحْصَنَاتِ مِنَ الْعَذَابِ.

“…vossas cativas crentes…., uma vez casadas, se incorrerem em adultério, sofrerão só a metade do castigo que corresponder às livres; isso, para quem de vós temer cair em pecado.” (An Nissá 4:25)

Se é o apedrejamento que deve ser imposto às mulheres livres casadas, o termo “metade” não faz sentido em relação ao apedrejamento até a morte.  Porque alguns morrem por uma pedra, alguns por numerosas pedras.  São apenas os 100 chicotes que poderiam ser descontados pela metade.

Em conclusão, a única punição para o crime de adultério é de 100 chicotes.  Depois de todas essas evidências claras, o oposto não poderia ser reivindicado.  Além disso, o Profeta de Allah disse: “Abaixe as punições na medida em que é justificável por dúvidas.” 14. Depois de provas tão claras, não pode ser argumentado de outra forma.

Assim, o Alcorão substitui tanto a Torá como o Evangelho.

4- Práticas do Profeta (saws) Que Demonstra o Apedrejamento Foi Substituído

Ash-Shaibani disse: “Perguntei para Abdullah Bin Abu Awfa: “O Mensageiro de Allah (saws) aplicou a punição de apedrejamento?” Ele disse: “Sim”, “Isso foi antes ou depois da (revelação de) Surata Nur? Ele disse, “eu não sei”. 15

No entanto, a seguinte narração indica que a prática foi antes da revelação de Surata Nur:

Um homem confessou que cometeu adultério.  O Mensageiro de Allah pediu uma vara.  Uma vara quebrada foi trazida.  Ele disse: “Traga uma melhor” Uma vara quebrada foi trazida que os nós dela não foram serrados.  Ele disse: “Traga uma mais leve” Uma vara lisa, suave foi trazida.  O Mensageiro de Deus ordenou, o homem foi batido.  Então ele disse:

“Ó povo! Agora é hora de evitar os limites colocados por Allah.  Quem faz alguma coisa de tais ignominias, deixe-o cobrir-se com o véu de Allah 16. Pois aplicamos o Livro de Allah àqueles que nos mostram seus rostos”. 17

Aqui, castigar o criminoso com 100 chicotes, independentemente de ele ser solteiro ou casado, e dizer que o Livro de Allah foi aplicado, elimine todas as dúvidas.  Porque não há outro castigo no Livro de Allah do que 100 chicotes.

FONTE: Bayindir, Abdulaziz. Kur’an Işığında Doğru Bildiğimiz Yanlışlar, Publicações da Fundação Suleymaniye, 2. ed, Istambul, 2007, p:  280-294.

  1. al-Ayn, art نسخ
  2. O nome geral dado às comunidades que têm em mãos as escrituras reveladas por Allah.
  3. Aqueles que exploram as pessoas por meio da religião fingem que seus livros são ditados por Allah, a fim de atribuí-los divindade.  Muitos são enganados por isso.
  4. A palavra “al kitab” usada no verso é repetida duas vezes com a letra “lam”, e assim ambos os significados foram dados como Alcorão.  Pois o Alcorão confirma os versos que estão presentes nele e nas escrituras anteriores, não aqueles que são impingidos neles.  O alívio de punições pesadas, como o apedrejamento até a morte do adúltero, também é um tipo de confirmação.  Já que o Alcorão é protegido por Allah, também existem julgamentos nos livros anteriores.
  5. Majalla com Notas Explicativas (Majalla al-Ahkam al-Adliyya), Ed. Ali Himmet Berki, Istambul, 1978, art. 48.
  6. Muslim, Hudud, 28.
  7.  Significa “o pai de Qasim”. Os árabes chamam uma pessoa com o nome de seu primeiro filho.  Qasim foi o primeiro filho do nosso Profeta (saws).
  8. Ahmet Önkal, “Beytülmidras”, DİA, v. VI, p. 95.
  9. Abu Dawood, Hudud, 26.
  10. Bukhari, Hudud, 24.
  11. at-Tabari, Tafseer, V. IV s. 583; al-Jassas, Ahkam al-Quran, V. II, p. 438; al-Qurtubi, al-Jami li Ahkam al-Quran, v. VI, p. 122.
  12.  at-Tabari, Tafseer, V. IV, p. 577.
  13.  Bukhari, Hudud, 30.
  14. Tirmidhi, Hudud, 2.
  15. Bukhari, Hudud, 21.
  16. Deixe que ele se arrependa.
  17.  Muwatta, Hudud, 2/12.
By |2018-10-02T16:24:58+00:0002/10/2018|Categories: Pesquisa|