Al Bácara | A Vaca 2/144

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قَدْ نَرَىٰ تَقَلُّبَ وَجْهِكَ فِي السَّمَاءِ ۖ فَلَنُوَلِّيَنَّكَ قِبْلَةً تَرْضَاهَا ۚ فَوَلِّ وَجْهَكَ شَطْرَ الْمَسْجِدِ الْحَرَامِ ۚ وَحَيْثُ مَا كُنْتُمْ فَوَلُّوا وُجُوهَكُمْ شَطْرَهُ ۗ وَإِنَّ الَّذِينَ أُوتُوا الْكِتَابَ لَيَعْلَمُونَ أَنَّهُ الْحَقُّ مِنْ رَبِّهِمْ ۗ وَمَا اللَّهُ بِغَافِلٍ عَمَّا يَعْمَلُونَ

Vimos-te (ó Mensageiro) orientar o rosto para o céu 1; portanto, orientar-te-emos até a quibla que te satisfaça. Orienta teu rosto (ao cumprir a oração) para a Sagrada Mesquita (de Makka)! E vós (crentes), onde quer que vos encontreis, orientai vossos rosto até ela. Aqueles que receberam o Livro, bem sabem que isto é a verdade de seu Senhor; e Deus não está desatento a quanto fazem. (Al Bácara | A Vaca 2/144)

1 Al-Fátiha    2 Al Bácara    3 Al ‘Imran    4 An Nissá    5 Al Máida    6 Al An’am    7 Al A’raf    8 Al Anfal    9 At Tauba    10 Yunis    11 Hud    12 Youssif    13 Ar Ra’d    14 Ibrahim    15 Al Hijr    16 An Nahl    17 Al Isrá    18 Al Cahf    19 Máriam    20 Tá, Há    21 Al Ambiyá    22 Al Hajj    23 Al Muminun    24 An Nur    25 Al Furcan    26 Ach Chu’ará    27 An Naml    28 Al Cassas    29 Al Ancabout    30 Ar Rum    31 Lucman    32 As Sajda    33 Al Ahzab    34 Sabá    35 Fáter    36 Yá Sin    37 As Sáfat    38 Sad    39 Az Zúmar    40 Gháfer    41 Fússilat    42 Ax Xura    43 Az Zúkhruf    44 Ad Dukhan    45 Al Jássiya    46 Al Ahcaf    47 Mohammad    48 Al Fath    49 Al Hujurat    50 Caf    51 Az Záriat    52 At Tur    53 An Najm    54 Al Câmar    55 Ar Rahman    56 Al Wáqui’a    57 Al Hadid    58 Al Mujádala    59 Al Haxr    60 Al Mumtahana    61 As Saf    62 Al Júmu’a    63 Al Munaficún    64 At Taghábun    65 At Talac    66 At Tahrim    67 Al Mulk    68 Al Calam    69 Al Hácca    70 Al Ma’árij    71 Nuh    72 Al Jin    73 Al Muzzámmil    74 Al Mudáscir    75 Al Quiáma    76 Al Insan    77 Al Mursalat    78 An Naba    79 An Nazi’at    80 Ábaça    81 At Taquir    82 Al Infitar    83 Al Mutaffifin    84 Al Inxicac    85 Al Buruj    86 At Táric    87 Al A’la    88 Al Gháxia    89 Al Fajr    90 Al Bálad    91 Ax Xams    92 Al Láil    93 Adh Dhuha    94 Al Inxirah    95 At Tin    96 Al ‘Alac    97 Al Cadr    98 Al Bayinat    99 Az Zálzala    100 Al ‘Adiát    101 Al Cári’a    102 At Tacáçur    103 Al ‘Asr    104 Al Húmaza    105 Al Fil    106 Coraix    107 Al Ma’um    108 Al Cáuçar    109 Al Cáfirun    110 An Nasr    111 Al Mássad    112 Al ‘Ikhlass    113 Al Falac    114 An Náss

Exegese (Tafsir) de Al Bácara | A Vaca 2/144

Notas de Al Bácara | A Vaca 2/144

  1. Isto demonstra o sincero desejo de Mohammad de procurar a luz do alto no que dizia respeito a quibla. Até à organização de seu próprio povo numa comunidade sólida, com suas leis e regulamentos distintos, ele seguira uma prática baseada no fato de que os judeus e os cristãos consideravam Jerusalém uma cidade sagrada. Contudo, não havia quibla universal alguma entre eles. Alguns judeus, ao orarem, volviam os rostos para Jerusalém, especialmente durante o tempo em que estavam cativos, como veremos mais tarde. Ao tempo do Profeta Mohammad, Jerusalém estava nas mãos do Império Bizantino, o qual era cristão. Os cristãos, porém, orientavam suas igrejas para o leste, que é um ponto da bússola, e não qualquer lugar sagrado. O fato de os altares estarem situados no Leste não quer dizer que todos os oradores tenham seus rostos voltados para o leste; porque, pelo menos de acordo com a prática moderna, os assentos de uma igreja estão dispostos de tal maneira que os adoradores olham para diferentes direções. O pregador da Unicidade naturalmente queria, com respeito a este e outros assuntos, um símbolo de completa unidade, e seu coração ficou naturalmente deleitado quando a quibla em direção à Caaba foi estabelecida. A conexão da Caaba com Abraão deu a ela um ar de grande antiguidade; sua característica quanto a ser um centro árabe tornou-se apropriada quando aconteceu de a Mensagem ser revelada em árabe, e ser transmitida através da união daquele povo; na ocasião em que ela foi adotada, a pequena comunidade muçulmana foi expulsa dali, procurando exílio em Madina, não obstante isso, tornou-se um símbolo de esperança e triunfo final, para cuja concretização Mohammad vivia; tornou-se ainda o centro e local de encontro de todos os povos, na peregrinação universal, que foi instituída com a quibla.